A Teoria do Newsmaking defende a construção da noticia dentro da realidade dos fatos. Como o jornalismo não consegue cobrir tudo, foram criados critérios de noticiabilidade para facilitar a divisão e compressão da noticia.
Categorias substantivas: importância dos envolvidos, quantidade de pessoas envolvidas, interesse nacional, interesse humano, feitos excepcionais.
Categorias relativas ao produto: brevidade (dentro dos limites do jornal), atualidade, novidade, organização interna da empresa, qualidade (ritmo, ação dramática), equilíbrio (diversificação de assuntos).
Categorias relativas ao meio de informação: acessibilidade à fonte/local, formatação prévia de manuais, política editorial.
Categorias relativas ao público: plena identificação de personagens, serviço/interesse público, protetividade (evitar divulgar suicídios, etc).
Categorias relativas à concorrência: exclusividade ou furo, gerar expectativas, modelos referenciais.
A teoria implementa uma "rotina industrial" dentro da redação, fazendo com que o jornalista seja submetido a filtros da "empresa" jornalistica, causando a manipulação da informação. Mesmo com essa rotina a noticia não e invalida, pois ela depende da influencia, talento e desempenho do profissional para buscar e insvestigar a informação.
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